| Uma Trilha Sangrenta Sarah sentiu o impacto, o corpo cair e arrastar-se pelo asfalto, a dor. O arrependimento. De repente sua vida se revelava vazia e ela não deixava para trás ninguém que realmente lamentasse sua morte, que fosse sentir muito sua falta. Então veio a escuridão e o esquecimento. Vagava nua pelo vazio, mas não sentia frio ou calor. Não sentia nada, apenas um entorpecimento semelhante à vigília. Viu o ponto de luz adiante. Enquanto a luz aumentava de tamanho, algo surgiu à sua esquerda. Brilhava. Percebia agora que refletia a luz que agora era grande como o sol ao entardecer, embora sua luz se equiparasse ao meio-dia. A coisa revelou-se um falcão que parecia ser feito de prata. Voou ao seu redor mudando para um beija-flor e então pousou sobre seu ombro esquerdo como um lagarto. Juntos seguiram rumo ao que era já um túnel de luz que cobria tudo. Caía. Do céu, rumo ao chão. Abaixo de si uma cordilheira de montanhas tão altas que seus picos nevados eram cobertos por nuvens. Descia mais ainda e viu uma vasta floresta de pinheiros na encosta de uma das menores montanhas – ainda sim tão grande que exigiria mais de um dia para chegar ao topo. Lutava para conter a respiração. Uma máscara cobria sua boca e nariz, impedindo que a transpiração escapasse como um vapor. Tinha um arco na mão, mas era difícil se manter firme com o ferimento da flecha na barriga. Outra flecha, mas desta vez uma enorme cadela saltou e agarrou-a bem a tempo. Sestra era seu nome. "Irmã". Estava ferida também, mas mantinha-se lutando para proteger sua mestra. Era uma husky siberiana de pelo branco e castanho-avermelhado. A próxima mirou na cachorra e ela caiu, gravemente ferida e incapaz de se mover. E então... dor novamente. A flecha penetrou pelo olho da mulher, como uma flor sangrenta. Inconsciência. Pela segunda vez, Sarah morria. Despertou. Estava deitada na neve e algo frio tocava seu rosto. Então sentiu... uma lambida. Moveu-se e Sestra afastou-se – a cadela estava ilesa. Suas mãos se moveram e encontraram a flecha no chão, caída, suja de sangue e algo meio esbranquiçado... partes do cérebro, talvez? Mas seu rosto estava intacto e não sentia dor, só um pouco de frio que as roupas não conseguiam reprimir. Mas não tanto – era como se aquele corpo estivesse acostumado com a baixa sensação térmica. Outra flecha estava caída à direita. Ambas tinham pontas de metal negro e penas negras. Enquanto se levantava, a cachorra voltou-se, rosnando. Um homem surgiu entre as árvores. Pele branca, era alto e magro, vestindo uma armadura de couro e placas metálicas, tudo em preto. Os cabelos eram branco-platinados e deixavam entrever um par de orelhas pontiagudas. E os olhos... Os olhos eram cinza-azulados, frios como as montanhas geladas que cobriam o horizonte oriental. Seu arco estava às costas, em suas mãos uma espada de lâmina levemente curvada. Às flechas visíveis na aljava tinham as penas negras como a que estava ao lado da mulher. Ele ergueu um pouco uma sobrancelha e disse algo em um idioma que ela não entendia. Então avançou lentamente, em guarda, enquanto Sestra permanecia à frente de sua mestra, rosnando em posição de ataque.
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Sarah Blackwell: Uma Trilha Sangrenta [Rota da Caçadora]
- Ed Araújo
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- Saphira Odin
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Sua vida havia terminado de uma forma tão insignificante que ela estava apenas estagnada no vazio encarando a luz, queria ter se agarrado a sua vida inútil mais um pouco, desta vez faria tudo diferente, apenas tentaria viver de forma diferente, ver o tempo passar de forma diferente, não da mesma maneira que viveu e terminou sendo morta por um caminhão.
Ao seu lado, algo metamorfo que variava por diversas formas de animais, insetos. foram juntos engolidos pela luz. Caindo do céu sem tempo para pensar direito no que estava acontecendo em tese pensou estar indo para o céu, afinal havia morrido.
Não entendia muito bem o que estava acontecendo se estava acompanhando alguma pessoa estranho ou era a pessoa estranha, apenas não conseguia assimilar direito o que estava acontecendo, quando pensou em algo estava morta pela segunda vez. O mais bizarro era acordar no meio da neve com o animal lambendo seu rosto. Não entendia o que estava acontecendo havia chegado ao céu, tinha morrido, isso era a única certeza que tinha, mas tocando no seu corpo, tocando no cachorro e respirando normalmente, além de ver as flechas que deveriam estar em seu corpo, tocava em seu rosto e tudo parecia estar no lugar. Não teve muito tempo de assimilar por completo a sua situação, pois novamente estava com a vida em perigo.
Não sabia o que fazer, ou quem era. O pior ainda não tinha ideia de onde estava ou como sair daquele lugar, matar aquela pessoa parecia ser algo bom para sua proteção, devido as lembranças que tinha de sua segunda morte além das flechas estarem ao lado do seu corpo. Algo ruim no momento era não saber quem ela era, só podia confiar no animal que a protegia. Ela a dona daquele corpo deveria ter algum tipo de esconderijo pelo lugar, mapa ou qualquer coisa, pois não poderia ficar a esmo na neve e muito menos no frio da futura madrugada que a esperava.
Tocou na cadela chamando ela para perto de si, pegou as flechas no chão e procurou por uma arma seu arco quem sabe queria atacar aquela pessoa a distancia, lutaria pela primeira vez por sua nova vida.
OFF: Se possível atacar ele com meu arco se eu o tenho, caso contrário lutar corpo a corpo com alguma arma que eu tenha.
Ao seu lado, algo metamorfo que variava por diversas formas de animais, insetos. foram juntos engolidos pela luz. Caindo do céu sem tempo para pensar direito no que estava acontecendo em tese pensou estar indo para o céu, afinal havia morrido.
Não entendia muito bem o que estava acontecendo se estava acompanhando alguma pessoa estranho ou era a pessoa estranha, apenas não conseguia assimilar direito o que estava acontecendo, quando pensou em algo estava morta pela segunda vez. O mais bizarro era acordar no meio da neve com o animal lambendo seu rosto. Não entendia o que estava acontecendo havia chegado ao céu, tinha morrido, isso era a única certeza que tinha, mas tocando no seu corpo, tocando no cachorro e respirando normalmente, além de ver as flechas que deveriam estar em seu corpo, tocava em seu rosto e tudo parecia estar no lugar. Não teve muito tempo de assimilar por completo a sua situação, pois novamente estava com a vida em perigo.
Não sabia o que fazer, ou quem era. O pior ainda não tinha ideia de onde estava ou como sair daquele lugar, matar aquela pessoa parecia ser algo bom para sua proteção, devido as lembranças que tinha de sua segunda morte além das flechas estarem ao lado do seu corpo. Algo ruim no momento era não saber quem ela era, só podia confiar no animal que a protegia. Ela a dona daquele corpo deveria ter algum tipo de esconderijo pelo lugar, mapa ou qualquer coisa, pois não poderia ficar a esmo na neve e muito menos no frio da futura madrugada que a esperava.
Tocou na cadela chamando ela para perto de si, pegou as flechas no chão e procurou por uma arma seu arco quem sabe queria atacar aquela pessoa a distancia, lutaria pela primeira vez por sua nova vida.
OFF: Se possível atacar ele com meu arco se eu o tenho, caso contrário lutar corpo a corpo com alguma arma que eu tenha.
- Ed Araújo
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- Mensagem nº3
FLORESTA
| Uma Trilha Sangrenta Sarah pegou o arco e disparou uma flecha – o movimento foi natural, como se ela tivesse feito aquilo a vida inteira. A flecha acertou o elfo no tronco, pouco acima do coração, e ele sentiu o golpe. Sua testa adquiriu rugas que indicavam incompreensão e ele disse algo curto e ríspido em sua estranha língua – que tinha um sonoridade bastante musical. Ele saltou sobre a reencarnada, mas esta conseguiu rolar para longe, evitando o golpe.
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- Saphira Odin
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Assim que conseguiu defender-se do possível ataque do seu inimigo sem entender muito bem os reflexos que tinha e por instinto atacou novamente o estranho usando seu arco com maestria que não possuía em sua vida passada. No momento ela não queria reviver aquela lembrança desagradável de tocar no que poderia ser algum pedaço do seu cérebro.
OFF: Atacar novamente, não quero ter meu cérebro espalhado na neve novamente.
Ataque: Poder 8
rolagem no "d20" resultado 10
+
Arqueira. Você sabe usar um arco bem. Mesmo que o perca, poderá fazer outro gastando uma cena, desde que tenha os materiais à mão. Gaste 1 PM para realizar um ataque (Poder) à distância que causa +["Nível 5"x2] de Dano adicional.
OFF: Atacar novamente, não quero ter meu cérebro espalhado na neve novamente.
Ataque: Poder 8
rolagem no "d20" resultado 10
+
Arqueira. Você sabe usar um arco bem. Mesmo que o perca, poderá fazer outro gastando uma cena, desde que tenha os materiais à mão. Gaste 1 PM para realizar um ataque (Poder) à distância que causa +["Nível 5"x2] de Dano adicional.
- Ed Araújo
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- Mensagem nº5
FLORESTA
| Uma Trilha Sangrenta O elfo foi atingido novamente por outra flecha de Sarah e fez menção de atacar, mas então um som de berrante foi ouvido e ele parou imediatamente. Após um último olhar para a reencarnada, retirou-se para a floresta, desaparecendo entre as árvores. Ela havia vencido ao seu primeiro confronto neste mundo novo.
Sarah vê um homem se aproximar entre as árvores. Ele é muito alto, quase dois metros de altura (embora o corpo dela também seja de uma mulher alta, com mais de um e oitenta) e mais velho, entre quarenta e cinquenta anos. Ela não pode ignorar que ele possui uma perna de madeira, ao qual foi anexada uma base semelhante a uma raquete – um sapato feito para andar sobre a neve sem afundar.
Quando chega até ela, esta percebe que ele tem um ferimento no ombro esquerdo. Sua expressão traduz muita preocupação.
|
- Saphira Odin
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Continuaria lutando para sobreviver na sua nova vida, mas ao escutar o som do berrante viu seu alvo partir sem chances dela fazer algo mais. Não chegou a perceber a presença do home que apareceu do nada chamando por alguém, foi somente quando ele se aproximou que ela percebeu que ele estava falando com ela, e para seu desespero, ela não se lembrava da vida passada daquele corpo.
Apenas coçava a cabeça pensativa e para continuar viva achou melhor fingir amnésia, mas no momento apenas sorria sem jeito agradecendo pela ajuda.
-Você sabe quem era aquele elfo?
OFF:
Apenas coçava a cabeça pensativa e para continuar viva achou melhor fingir amnésia, mas no momento apenas sorria sem jeito agradecendo pela ajuda.
-Você sabe quem era aquele elfo?
OFF:
- Ed Araújo
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- Mensagem nº7
FLORESTA
| Uma Trilha Sangrenta Sestra faz festa para o homem, demonstrando intimidade com ele, que responde com um afago rápido.
O homem falava com rancor na voz. Mas depois a puxa para um abraço forte.
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- Saphira Odin
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Não sabia muito bem o que estava acontecendo, foi pega de surpresa com o abraço e isso a deixou bem envergonhada, mas afastou-se de forma educada, ajeitando o cabelo novamente.
-Então para onde vamos, agora?
OFF: seguir o fluxo
-Então para onde vamos, agora?
OFF: seguir o fluxo
- Ed Araújo
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- Mensagem nº9
VILAREJO
| Uma Trilha Sangrenta Com familiaridade, ele passa a mão na cabeça de Sarah, bagunçando ainda mais seu cabelo.
Ele começa a caminhar até uma vila. Seguindo o fluxo, a reencarnada o acompanha. Enquanto se aproximam de um vilarejo com algumas casas danificadas e alguns corpos caídos no chão – nem todos humanos –, ela não deixa de perceber que ele começa a cambalear. Na entrada da comunidade, ele desaba no chão, inconsciente. O sangue em sua ferida mancha a neve de vermelho.
O homem – que parecia um camponês, segurando um facão ensanguentado – corre na direção dos dois, com uma expressão preocupada.
|
- Saphira Odin
Wyrm - Mensagens : 8212
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Até o momento não estava entendendo que tipo de relação teria com aquele homem, mas sua duvida foi sanada ao escutar o home a chamando de filha, não teve muito tempo para digerir sobre a sua atual situação, pois o homem que a guiava caiu na entrada de uma vila precária e isso a incomodava tanto a parte no qual ele parecia estar gravemente ferido quanto a parte de estar presa em um tempo no qual não havia tecnologia, estava em algum período do tempo medieval.
Aquilo a incomodava, mas sua atenção voltou ao ferido , no momento apenas acenou para o outro homem conhecido do seu pai quem sabe.
-Vamos me ajude a carrega-lo até em casa e chame alguém para ajudar meu pai... Foi a unica ordem que deu aos curiosos presentes naquela situação e seguiria sendo guiada pelo homem desconhecido até a tal casa de seu "pai".
OFF: Só pedir ajuda para leva-lo até a casa dele e costurar as feridas.
Aquilo a incomodava, mas sua atenção voltou ao ferido , no momento apenas acenou para o outro homem conhecido do seu pai quem sabe.
-Vamos me ajude a carrega-lo até em casa e chame alguém para ajudar meu pai... Foi a unica ordem que deu aos curiosos presentes naquela situação e seguiria sendo guiada pelo homem desconhecido até a tal casa de seu "pai".
OFF: Só pedir ajuda para leva-lo até a casa dele e costurar as feridas.
- Ed Araújo
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- Mensagem nº11
VILAREJO
| Alguns homens ajudam a carregar Olaf para uma casa que é um pouco maior que a média dali. Claramente eles não eram uma família exatamente pobre, mesmo que não houvesse particularmente nenhum luxo. No quintal havia algumas galinhas – que eram enormes, pesando provavelmente algo entre 6 quilos e mais de meio metro de altura! O lugar era mais afastado da parte central e da floresta, e parecia que não havia sofrido nenhum ataque por parte dos agressores – os animais estavam agitados, mas não feridos. Uma cerca erguia-se ao redor da propriedade. Como sua altura não era suficiente para impedir uma pessoa de pular (embora restringisse aquelas galinhas que, por seu peso, provavelmente não pulavam direito como galinhas normais), era provavelmente feita para manter os animais dentro e não para que as pessoas não pudessem entrar. Uma casinha isolada parecia ser a latrina. Aquele era um vilarejo simples. A porta estava aberta e, ao entrar, Sarah viu-se em um amplo cômodo que cobria algo como uma sala de estar perto da lareira, uma cozinha e uma copa – uma combinação de três ambientes. Havia duas portas à direita da sala, uma à esquerda e uma quarta nos fundos, oposta à entrada. Uma mulher mais velha entrou pouco depois. Ela e a reencarnada, com ajuda de dois homens, removem as roupas superiores do ruivo, para poderem melhor ver a ferida. Os homens se entreolham, uma expressão carregada e triste. Olaf devia ser muito bem quisto entre aquelas pessoas.
Ela puxa Sarah delicadamente pelo braço, afastando-se dos demais, e explica em voz baixo os sinais que ela teria que procurar para encontrar a casa de Durga. Ficava por conta da reencarnada decidir se faria aquilo ou aproveitaria a oportunidade para fugir da vila. Por algum motivo, ela sabia em sua mente o que precisaria para sobreviver por conta própria, para enveredar-se pelos ermos, obter o próprio alimento e mesmo enfrentar quaisquer ameaças. Sentia que não teria dificuldades em encontrar seja a casa da tal Durga, seja sua liberdade em um mundo desconhecido e, pelo que já havia experimentado, perigoso.
|
- Saphira Odin
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A vida é algo complicado em todos os sentidos, tinha perdido a sua em um acidente no qual não sentiu nada, provavelmente havia morrido na hora. Nunca foi uma pessoa muito religiosa, provavelmente estava pagando seus pegados naquela segunda vida. Ajudou aquele estranho homem que diziam ser o pai da pessoa que era a dona daquele corpo, ela apenas ajudou calada estava muito nervosa com tudo aquilo e mais assustada ainda com o fato de descobrirem que ela não era a tal Ekaterina.
Na melhor das hipóteses poderia fingir amnésia, mas seu desespero só aumentou quando a velha a chamou para ter uma conversa particular ao que entendeu. A velha mostrou-lhe o caminho para a casa da bruxa, que era sua parente, aquilo sim era perigoso não sabia como se comportar como a Ekaterina e a tal bruxa descobriria isso, mas por outro lado não poderia deixar seu "pai" morrer.
Pensou na situação perigosa em que estava, não conhecia nada daquele mundo novo, queria apenas ir embora e ficar vivendo em algum lugar seguro, mas pelo visto isso era impossível. Entrou novamente na humilde casa ficando ao lado do homem ferido, pensando se a Ekaterina tinha algumas habilidades extras que ela poderia usar, vendo como agiu com maestria muito assustadora com o arco, não custava nada tentar algo e assim o fez.
Esfregou as suas mãos uma na outra e fechou os olhos tentando lembrar, sentir ou procurar algo, vai que conseguisse curar o pai da Ekaterina se não conseguisse nada. Guiaria a velha para pedir mais explicações sobre a casa da bruxa, estava bastante focada nas explicações e provavelmente não estava entendendo nada, como ela encontraria a casa, pedia para a velha apontar as direções e desvios que teria que fazer em sua busca suicida. Por fim apenas pegou um cantil e mais algumas flechas, seguiu seu destino com as pernas tremendo para seu destino, tinha medo de encontrar novamente aquele ser estranho que a atacou, tudo aquilo ainda era muito confuso para ela. Seguiu seu destino resmungando para si mesma, baixinho.
-Eu queria apenas uma vida normal, família, filhos e um cachorro, custava Deus me dar isso?
OFF: Se não conseguir manifestar nada, na tentativa de usar suas habilidades ou descobrir se tem alguma? Ela vai seguir rumo a casa da bruxa como a velha explicou.
Na melhor das hipóteses poderia fingir amnésia, mas seu desespero só aumentou quando a velha a chamou para ter uma conversa particular ao que entendeu. A velha mostrou-lhe o caminho para a casa da bruxa, que era sua parente, aquilo sim era perigoso não sabia como se comportar como a Ekaterina e a tal bruxa descobriria isso, mas por outro lado não poderia deixar seu "pai" morrer.
Pensou na situação perigosa em que estava, não conhecia nada daquele mundo novo, queria apenas ir embora e ficar vivendo em algum lugar seguro, mas pelo visto isso era impossível. Entrou novamente na humilde casa ficando ao lado do homem ferido, pensando se a Ekaterina tinha algumas habilidades extras que ela poderia usar, vendo como agiu com maestria muito assustadora com o arco, não custava nada tentar algo e assim o fez.
Esfregou as suas mãos uma na outra e fechou os olhos tentando lembrar, sentir ou procurar algo, vai que conseguisse curar o pai da Ekaterina se não conseguisse nada. Guiaria a velha para pedir mais explicações sobre a casa da bruxa, estava bastante focada nas explicações e provavelmente não estava entendendo nada, como ela encontraria a casa, pedia para a velha apontar as direções e desvios que teria que fazer em sua busca suicida. Por fim apenas pegou um cantil e mais algumas flechas, seguiu seu destino com as pernas tremendo para seu destino, tinha medo de encontrar novamente aquele ser estranho que a atacou, tudo aquilo ainda era muito confuso para ela. Seguiu seu destino resmungando para si mesma, baixinho.
-Eu queria apenas uma vida normal, família, filhos e um cachorro, custava Deus me dar isso?
OFF: Se não conseguir manifestar nada, na tentativa de usar suas habilidades ou descobrir se tem alguma? Ela vai seguir rumo a casa da bruxa como a velha explicou.
- Ed Araújo
Mestre Jedi - Mensagens : 1402
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- Mensagem nº13
FLORESTA
| Ainda era manhã, o combate devia ter começado durante a madrugada. Com base nas informações, Sarah sabia que se conseguisse ser rápida, poderia voltar antes da noite cair. O caminho inicial não era estranho. Embora, segundo Frida, ela nunca tivesse visitado Durga (e dando a entender que não a conhecia pessoalmente), aquela parte mais próxima do vilarejo era familiar. Ainda sim era duro. A neve era espessa, as raízes das árvores se destacavam e exigiam atenção para não tropeçar. Às vezes neve caía das folhas dos pinheiros, arriscando acertar a cabeça da reencarnada.
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- Saphira Odin
Wyrm - Mensagens : 8212
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Seguiu o caminho pelo qual a velha indicou, na verdade andar por uma floresta fechada e com a neve espessa ficava complicado realizar aquele pequeno milagre a a velha pedia, mas não poderia desistir, pois o pai da jovem que era dona daquele corpo estava morrendo, e o minimo que ela agora por possuir o mesmo deveria fazer era salvar o velho.
Na floresta andou furtivamente tentando evitar algum inimigo, ou para falar a verdade uma flechada na cabeça, morrer novamente naquele dia não estava em seus planos.
Poderia marcar o caminho, mas possivelmente colocaria a vida da velha que estava procurando em risco, já que ela se escondia evitando os outros.
No mais apenas manteve seu foco no caminho, apreciava a situação de nunca ter sentido a neve e por vezes pegava um pouco a esfregando nas mãos, no mais prestava atenção nas árvores e as vezes marcava alguma só para ter certeza que não estava perdida.
Na floresta andou furtivamente tentando evitar algum inimigo, ou para falar a verdade uma flechada na cabeça, morrer novamente naquele dia não estava em seus planos.
Poderia marcar o caminho, mas possivelmente colocaria a vida da velha que estava procurando em risco, já que ela se escondia evitando os outros.
No mais apenas manteve seu foco no caminho, apreciava a situação de nunca ter sentido a neve e por vezes pegava um pouco a esfregando nas mãos, no mais prestava atenção nas árvores e as vezes marcava alguma só para ter certeza que não estava perdida.