Os emboscadores viram emboscados, contra um grupo desavisado eles seriam imbatíveis, mas contra dois avisados eles se deram mal. O combate é rápido, mas rigoroso. E Ka resolve ajudar.
pra simplificar, pq vou ter que ir trabalhar daqui a pouco e não posso narrar detalhadamente: o pessoal do Yüksek estava levando uma carga do porto para as galerias (caixote grande, que por isto os deixava expostos a ataques, e a garga devia ser o que os emboscadores queriam) avisados eles se defendem primeiro, enquanto o grupo da mulher de armadura ataca, põe a carga no chão e começam atacar também.
Os emboscadores, vendo que tinha uma mulher no outro grupo, atacam ela primeiro, e ela acaba levanto golpes na cabeça, braço e abdome, o elmo protege contra corte, mas ela sangra nos outros golpes. O grupo reage, matam dois, o Yüksek também reage a matam outros dois. Ka ajuda do lado da mulher, acerta marretadas em dois que precisam se por em posição defensiva, portanto não podem atacar.
Alguns tentam fugir, pelo lado do Yüksek eles não deixam, matam mais um e derrubam outro, pelo lado do grupo da mulher eles deixam um cara escapar de boa. Pelo menos um deles corre pro seu lado, você tem uma oportunidade fácil de deixa-lo ir, derruba-lo ou até acerta-lo com carga potencialmente letal.
Os que se renderem, o pessoal do Yüksek os interrogará, depois levará presos.
Quando a luta termina, pessoas dos dois grupos tiveram ferimentos, mas nenhuma baixa, a mulher que parece líder é a única que parece ter um corte mais fundo no braço. Você não sente quase nada, pois levou alguns golpes de espada, mas espada contra a sua armadura nem te abalou, e você tinha posto os adversários em posição defensiva.
os três grupos ficam então frente a frente, com cara de "e ai?"
Ka, percebendo que eles falavam idiomas diferente diz: Esperanto, Moloke. O pessoal do Yüksek diz: Sella, Palla, Dinaï. Os soldados de cinza, preto e roxo dizem: Tareno, Yrdok, Helaino.
Era irônico, vocês falavam oito idiomas, nenhum em comum, mas isto não era raro em Dafodil.
A líder aponta para você e diz algo, você entende "aviso" e o pessoal do Yüksek também (no Kan, eram todos soldados humanos) um cara do Kan bate no peito e depois levanta a mão para seu lado, um gesto de respeito, os demais o imitam. Eles falam algo, você entende palavras que acredita significar "vamos" e "ajuda". Pode tanto ser uma afirmação tipo "vamos ajudar você" quanto uma pergunta tipo "como podemos te ajudar/recompensar?".
Os soldados de preto e roxo também parecem agradecidos, mesmo vc tento levado pra uma briga que não era deles, um dos soldados diz algo em Yrdok, você entende a palavra Kuran, que era coragem ou mais provável corajoso e Seeíh que também era um elogio, mas não sabia se era inteligente ou experto, talvez dependesse do contexto.
Vocês ficam um tempo gesticulando, falando, tentando se entender, era um pouco cômico, mas um tanto desafiador também. Três garrafas aparecem nas mãos do pessoal do Yüksek, um soldado graduado (vc sabe pelas marcas no ombros do uniforme) lhe dá uma e as outras duas vão para os soldados prata-roxo-preto.
O cara do Kan fala algo relativo ao porto, Ka imagina algo tipo: temos uma base lá, se precisar, não tema aparecer.
Os outros soldados apontam para as próprias cores no uniforme e falam algo, Ka não entende, mas mostrar as própria cores é tipo: nós somos ESTE grupo, também pode nos procurar.
Um soldado tira o elmo e verifica o corte de sua líder, o soldado era branco, mas parecia bronzeado, provavelmente era do sul de Fajr-Regno.
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Quanto a Cínia, ele te admira, vocês se conhecem há alguns anos já, ela é mais velha, tem uns 27-29 anos e trabalha com Helena há pelo menos 5. Ela te aconselha não ir agora atrás dos bandidos, Helena ficaria puta de raiva, mas era melhor lidar com a amiga do que deixa-la. Helena jamais admitiria que precisa de ajuda. No mais, nenhuma novidade.